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[Resenha] A Última Dança

em domingo, 30 de julho de 2017
A Última Dança               
Mônica Aguieiras Cortat
Editora EME

Alternando entre duas situações que se completam – uma história na França de Luís XV e uma roda de conversa na colônia espiritual – vamos nos encantar com a vida da dançarina Cristine.
Na Paris do século XVIII, ainda adolescente ela é transformada em cortesã de um conde, perdidamente apaixonado, porém preso às convenções de um casamento tão infeliz quanto irrevogável.

Forçada a abortar por duas vezes, Cristine, ressentida e amargurada, desejando ardentemente ser mãe, envolve-se com pessoas inescrupulosas, dívidas e o ópio, colocando seu destino em risco.

Ela lançará mão de sua arte para tentar se recuperar. Será o caminho? Lances de emoção levarão o leitor a se enternecer e a se embalar no ritmo dessa última dança.

Primeiramente falarei da parte mediúnica do romance, excelente, trará assuntos atuais, mesmo se passando no século XVIII, vai retratar assunto como o aborto e suas consequências nevascas para uma jovem mulher, e as drogas quando do uso abusivo, trará relatos e esclarecimentos importantes.

Depois a trama é muito boa, nos prende do inicio ao fim. Trará momentos com muitas emoções e com desfechos que irá nos emocionar muito.

A estória será em torno de uma jovem cortesã e artista que com muita coragem irá se envolver com um conde de muito prestigio será sua protegida e ela irá lutar contra uma sociedade machista e muito preconceituosa e com sua postura e coragem e beleza irá tirar suspiros de muitos, famosa, bela e muito rica, irá sofrer muito depois de seus dois abortos sem nunca mais poder ser mãe e com esse desejo sendo muito forte, mais as terríveis obsessões que esse ato ocasionará ela será submetida a tratamentos severos por pessoas maldosas e sem conhecimentos claros de seu real estado de saúde psíquica submetendo-a tratamento com ópio do qual muito mal trará a sua já frágil saúde.

Muitas emoções e esclarecimentos importantes aguardam até o final do belíssimo romance. Fortes emoções até o final.


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